No sábado, dia 3 de abril, acontece a festa do Bumba-Meu-Boi, uma das mais tradicionais celebrações de rua de São Paulo, no Morro do Querosene, Butantã. São três festas por ano, no sábado de Aleluia comemora-se o nascimento do Boi, que é batizado no mês de junho e morre no fim do ano, próximo ao dia de Finados, e renasce no ano seguinte. Além da cerimônia de nascimento, durante a festa também se apresentam grupos de maracatu, boizinho-mirim, caboclinhos, cantadores e cirandeiros (veja o vídeo abaixo).
Comandado por Tião Carvalho e o Grupo Cupuaçu, há mais de 20 anos o evento reúne pessoas de todas as regiões da cidade, com diversas atrações de tradição maranhense.
Meu Deus!!! Quem teve a idéia de colocar essa molecada pra encenar "Scarface"?...rsrsrsrsrsr
A atuação do pirralho que interpreta o personagem Tony (Al Pacino no filme) é digna de um Oscar. Além claro, do detalhe cenográfico da montanha de pipocas, que substitui a montanha de cocaína do original.
Afrika Bambaataa, para quem ainda não conhece é uma das maiores forças da música mundial. Além do Hip Hop, Freestyle e Electro-Funk, ele influenciou também o Funk Carioca e a música eletrônica. Sucessos como PLANET ROCK, LOOKING FOR THE PERFECT BEAT, RENEGADES, PEACE UNITY LOVE AND HAVING FUN, dentre outros hits, fazem com que JayZ, The Roots, Snoop Dogg, Akon, Common, Nas, Black eye Peas, Mr.Catra, BNegão, Black Alien, Rappin Hood entre outros artistas nacionais e internacionais sigam desenvolvendo a cultura pelo mundo
Para a alegria de seus seguidores e apreciadores, a Gorilla Groove em parceria com a Favela Music, traz novamente ao Brasil o norte americano AFRIKA BAMBAATAA. Desta vez, o Dj/Mc e Produtor vem ao país celebrar os 35 anos do Hip Hop: movimento que iniciou em parceria com Kool Herc e Grand Master Flash no Bronx, em Nova York, através do Rap, Break, Graffiti, DJ e o “conhecimento” (The Knowledge).
Aqui no ABC, Afrika Bambaataa tocará dia 02 de Abril (sexta-feira santa), na pista de Skate de São Bernardo do Campo (Parque Cidade Escola da Juventude - Av. Armando Italo Setti, 65 – Centro) às 20hs e será gratuito. Para mais informações Fone: 4121-2622.
Duvido que alguma criança não queira ter esse carro de montar. Esse Joyride vem em um kit com 10 peças de madeira, 3 partes de tubos de alumínio (2 eixos e 1 barra para empurrar), 1 corda de nylon para a direção e 12 anéis de travamento para manter a peça toda montada. Fácil de montar e desmontar, a criançada ainda pode decorá-lo à vontade. Muito prático, bonito e criativo, até eu quero um.
Ainda este ano será lançado o documentário sobre o Bad Brains. Dirigido por Ben Logan e ainda sem título, contará com depoimentos dos membros da banda, bem como outros músicos, dentre eles Adam Yach (Beastie Boys) e Henry Rollins (Black Flag/Rollins Band).
Fime "blaxploitation" ambientado em 1972, conta a história de "Black Dynamite", um agente aposentado da CIA e ex-combatente no Vietnã, que junto com seus melhores amigos do bairro combate a máfia instaurada na comunidade local. O Filme foi lançado nos EUA em outubro de 2009, mas ficou em cartaz por apenas 2 semanas. Será encontrado apenas em DVD.
Tropicália in Furs é um sebo especializado em música brasileira que fica no East Village (NY). O único na cidade segundo seu dono, Joel Stones, um paulistano de 36 anos responsável pela coletânea só com compactos raros produzidos no Brasil em fins dos anos 60, começo dos 70, "Brazilian Guitar Fuzz Bananas". Com capa em 3D a coletânea conta com nomes desconhecidos como Tom & Sérgio, Célio Balona, Mac Rybell, Os Falcões Reais, Banda de 7 Léguas, Tony & Som Colorido, Marisa Rossi e Fábio. O disco é duplo com encarte em Inglês e Português, fotos 3D e um cd, coisa fina podem ver:
E além da coletânea, provavelmente role um documentário
A esquerda, Fábio na capa do clássico "Lindos sonhos delirantes" (LSD) e a direita o mesmo Fábio, hoje em dia com Joel Stones.
Posso dizer que hoje Ella Fitzgerald fez meu dia mais feliz, então vou compartilhar essa felicidade com vocês. Um "scat singing", muito bem humorado, em cima de "Samba de uma nota só". Acompanhada por Ed Thigpen na bateria, Frank de La Rosa no baixo e Tommy Flanagan no piano Ella da um show.
Hoje rola a gravação ao vivo do Otis Trio + Montag e Meneses (por isso Otis trio quinteto). Local agradável e som de primeira, diretamente do ABC para o mundo...
Hoje dia de São Patrício, santo padroeiro da Irlanda. Não tenho nenhuma ascendência Irlandesa, mas total afinidade com os costumes (etílicos) da região. E como família não é só sangue, família também é sintonia...
Feliz dia de São Patrício!!!
Let's get drunk!!!
Se você nunca assistiu "The Commitments", levanta dai e vai assistir...
Aretha Franklin em 1972, no auge de sua carreira, gravou seu álbum mais vendido, Amazing Grace, no templo da Igreja Missionária de Los Angeles (para vários especialista, o melhor álbum gospel de todos os tempos). Pois bem, estava lá Sydney Pollack ("Totsie", "A interprete") e uma equipe de quatro pessoas registrando tudo, ao todo são mais de 20 horas filmadas em 16mm que ficaram guardadas 38 anos e que agora darão forma a um documentário baseado nas anotações de Pollack, que faleceu em 2008.
As informações ainda são muito vagas, não há data para lançamento nos cinemas ou mesmo em DVD, mas esse trailer está circulando pela internet. É torcer e esperar...
Mas vamos ao que interessa. Nessa entrevista Otto fala sobre seu disco mais recente "Certa manhã acordei de sonhos intranquilos", sobre independência, influências, seu próximo trabalho e muito mais.
Espero que gostem.
O que está por trás do seu mais recente trabalho "Certa manhã acordei de sonhos intranquilos". Quais foram suas motivações?
Primeiro fazer um disco independente. Eu estava endoidando aqui nesse mercado, estava pirando. Por que tenho público, tenho bagagem, tenho quatro discos, tenho banda, mas estava confuso com o mercado, não tinha mais um entendimento legal com a gravadora, então houve um rompimento natural. É preferível chamar Catatau (Cidadão Instigado), Pupilo (Nação Zumbi), pra gravar o disco na parceria, mesmo porque estamos junto no palco trabalhando também.
Daí fiz o reality na TV (Viagem ao centro do Brasil-MTV) e com isso pude gravar o disco, que não foi caro, além de usar essa experiência na carne, como material pro meu trabalho. Também já tinha escolhido Kafka que foi na verdade o rotor inspirador de tudo. Quando eu leio um Kafka acho que mais de 1000% do livro é um acerto de época, de tudo, um registro muito forte de uma pessoa que teve um ponto de vista, e eu também tenho meu ponto de vista, eu tenho a minha música, e dai saiu à independência e foi acontecendo assim em minha vida.
Esse disco foi lançado primeiro nos EUA pela Nublu Records...
Isso foi lançado pela Nublu, eu já vinha trabalhando, tocando no Wax Poetic (coletivo de Nova York)...
Você acredita que foi necessário seu disco ser lançado no exterior e seu perfil ter sido publicado no New York Times, pra que aqui no Brasil tivesse mais atenção?
O lançamento dele lá fora foi natural, mas acredito que aqui muita gente já sabia, ele já tinha um caminho aqui dentro. Musicalmente eu toco pro Brasil primeiramente, eu escrevo em português, eu penso em português. Lógico que tenho influências do mundo todo, mas primeiro aqui, na minha origem. Esse disco já ia fazer o rebú natural dele, agora eu estou vendo como é um disco interessante, talvez seja um acordar, vão ouvir e dizer “pô vou procurar saber mais sobre esse cara e o trabalho dele”, mas o Brasil já vem me encontrando e isso faz com que eu vá cantar e todo mundo cante comigo, isso já está acontecendo e é um fenômeno que vem aconteceu progressivamente, o público me conhecendo mais, me ouvindo mais. Nesse show entram os quatro disco (Samba pra burro, Condom Black, Sem gravidade e Certa...), tenho nove anos junto com Catatau, a vida inteira com Pupilo, até Bactéria que era do Mundo livre está comigo, então a gente já tem uma certa maturidade.
Como músico e instrumentista, quais suas referências musicais?
Tudo que é bom. Eu amo Coltrane, gosto muito de jazz, funk, soul, sons étnicos. Gosto do som da Índia quando mistura com Londres, do rock ‘n roll, da balada. Gosto de Roberto (Carlos), grandes momentos musicais, hoje ele é um senhor, tá tocando pras mães pô (risadas). Eu vim do mato, vim lá de Belo Jardim, escutei pé de serra, banda de pífano, culturalmente o Brasil era mais fantástico do que hoje em dia. Sem mercado (comparando com hoje) esse país ia muito bem, tinha mais respeito ao cidadão sabe, o vinil. Sou do tempo da radiola, ouvia tudo, valsa, Danúbio Azul, e chorando. (risadas)
O que toca nos seus fones de ouvido hoje em dia?
Eu não ando com fones não. Se você soubesse como eu estou enfiado na minha música. Às vezes quando quero ouvir alguma coisa escuto os clássicos, mas no momento eu estou pensando no meu, eu quero desenvolver a minha música pro mundo, estou criador, estou criando. Eu escuto Pupilo, Catatau, eu escuto minha turma e isso já é um envolvimento muito grande, já é muita gente, estou muito focado no que eu vou tocar no palco, é uma viagem que eu tenho que me dar, se eu não me soltar e confiar na música, não vai. Passo e passei muita coisa, com todo respeito as minhas neuroses, as minhas loucuras, ao que for, mas a música tem que segurar a onda disso tudo. Eu tenho que achar bonito perder a casa, perder a mãe, está sendo uma experiência como homem, mas é o tempo das coisas e tudo segue acontecendo. Eu nunca parei de trabalhar, e tem neguinho que chega e pergunta “você tá tocando ainda”, e tem que lidar com essa porra toda, aparecer, ser fotografado, estar no Rio de janeiro, é tudo meio forte que uma hora você precisa segurar mais a onda e é isso que está acontecendo agora, ainda bem, Por que é isso que me prende, minha música e minha filha.
Tem o costume de baixar música?
Eu tenho o Itunes, mas são sempre os mesmo sons, Gainsbourg e outras coisas que a galera vai me apresentando, tem muita coisa, tem coisa pra caralho. Meu Mac tá sem bateria, então está parado faz um tempo.
Você tem uma opinião sobre pirataria e baixar música de graça?
É cada um por si (risadas). É difícil controlar. O mundo foi feito pras pessoas não roubarem, quando tem demais, quando é uma coisa aviltante, é por que tem um problema no sistema, e é isso. O baixar é fruto de querer gerar outro tipo de coisa, se organizar pra gerar seu público, pra viabilizar, se a música for boa pega, se pegar pegou. E se der merda no final e ninguém conseguir armazenar tanto, foda-se, vai voltar ao que era no começo, cantando um pro outro, e vai aparecer poesia de novo. (risadas)
Seu novo trabalho irá se chamar “The moon 1111”. Como vai ser esse novo projeto?
Eu chamei Pupilo e Naná (Vasconcelos) pra produzir. Eu vou fazer música na hora, afrosamba, Fela Kuti, baião, samba, swing, the wall (risadas) Mas é isso, eu quero "viajar" pô. Com Pupilo, Naná, Catatau Dengue, cheio de músicos bons, tenho que aproveitar. Eu vou fazer nem que seja num K7. A minha viagem musical é no que eu posso, é na minha potência, eu tenho que acreditar na minha potência e na da minha turma, é uma família.
Seus discos são muito bons, mas a minha impressão é que seus shows são além, são muito melhores do que as gravações...
Eu gosto muito das gravações por que tem ali o que a gente é. E olha que as condições de gravações são as mais simples. É um estúdio de qualidade, mas com uma simplicidade que faz a música ser melhor ainda. A turma é boa e os discos bem mixados
Ganja está muito com o Instituto ultimamente, ele um ótimo produtor, quando o conheci ele tinha 17 anos. Lógico que a gente vai ter encontros, mas o tempo vai maturar e a hora que ganja puder tocar comigo nós vamos fazer coisas melhores, até por que esse tempo é bom. Agora tem Bactéria que toca pra caralho também, e é isso todo mundo trabalha em outros projetos, se chocar datas de show tem outros músicos maravilhosos com quem posso contar.
Dia 10/04 você vai tocar aqui em Santo André. O que o pessoal daqui pode esperar desse show?
É o mesmo show que o do Ibirapuera, quem puder ir conhecer meu som, que vá e lote, apresente-se. Até por que Santo André é muito importante pra música, uma cidade chave na construção de São Paulo, tem muita gente, muito trabalho muita ação, deve ter uma juventude forte, uma posição...
Sabadão, sol (pelo menos aqui em Sto André)...rsrs, propício para um groove.
Como diria meu camarada João Ciriaco..."Tomem isso seus malditos seguidores do groove"!!!
Let's go...
Amanhã às 16h rola uma apresentação do Otis Trio no SESC Santo André. O trio que vem ganhando notoriedade na cena apresenta o seu repertório próprio fortemente influenciado por algumas vertentes do jazz como o free e o bop.
Com: João Ciriaco (baixo) Luiz Galvão (guitarra) Flávio Lazzarin (bateria). Participação especial de Daniel Gralha (trompete/flugelhorn)
Li pela manhã a notícia sobre a morte do Glauco e seu filho Raoni, que aconteceu em uma tentativa de assalto ontem de madrugada, estou abismado até agora. Pensei em fazer um post bem bacana, falando sobre o Glauco e sua obra, mas não consigo, a única coisa que me vem a cabeça é a palavra VERGONHA.
Vergonha de morar num lugar onde acontece uma coisa dessas. Vergonha de ser da mesma espécie de um sujeito que de nada serve pra sociedade e acaba com a vida um cara com um talento fenomenal. Vergonha de mim mesmo, que fico inconformado com o que aconteceu, mas esqueço que todos os dias acontece a mesma coisa em vários lugares. Vergonha de não fazer nada pra mudar essa situação. Enfim...VERGONHA
Cresci lendo "Geraldão". Glauco, Laerte e Angeli são referências pra mim, sempre os admirei.
Hoje perdemos um cara que nos deu muito e ainda tinha muito mais a oferecer, há alguns meses quase perdemos o Mario Bortolotto e o Carcarah, que por sorte conseguiram sobreviver. Realmente estamos cuidando mal do nosso patrimônio.
Os "Fab Four" (Angeli, Laerte, Glaugo e Adão) dos quadrinhos, no Brasil, perderam um integrante. Lamentável!
O tão aguardado novo trabalho de Slash (ex Guns 'n Roses e atual Velvet Revolver) vai sair dia 6 de Abril. Se for tão bom quanto o time de artistas convidados (Ozzy, Dave Grohl, Lemmy, Kid Rock, Iggy Pop, entre outros), o álbum promete...
Pra arrematar o especial em homenagem as mulheres, dois vídeos da Gal. O primeiro, de 1973, com uma interpretação pra lá de boa do clássico "Trem das onze". O segundo, de 1968, com Gal tocando fogo em "Divino maravilhoso".
"É preciso estar atento e forte..."
Quem acha que a Gal Costa é a tiazona que só canta "..vaca das divinas tetas", e quiser se surpreender ouvindo um álbum paulada...vai que é sua
Chrissie Hynde é a líder da banda "The Pretenders", formada na Inglaterra no final da década de 70. Uma das músicas mais conhecidas da banda é "Back on the chain gang", mas justamente por isso, colocarei um som diferente pra vocês...
Wanda Jackson, rainha do rockabilly foi pioneira no estilo e chegou a ajudar um cantor em começo de carreira chamado Elvis Presley, fazendo duetos com ele entre 1955 e 1957. Ela trocou o estilo country de chapéu e botas por saias plissadas roqueiras, e chegou a fazer uma turnê no Japão em 1959, onde a sua faixa “Fujiyama mama” virou hit.
Ao invés de um discurso qualquer, dedico esse som para todas as mulheres que são tantas em uma só.
"Essa mulher", letra de Joyce e Ana Terra interpretado por Elis Regina.
The Runaways foi uma banda de rock formada só por mulheres em 1975. A vida da banda foi curta, porém intensa, atingindo o auge em 1976 com o álbum "Cherry Bomb" e chegando ao fim em 1979 por motivos internos, como a constante troca de integrantes.
Este ano será lançado o filme sobre a banda, e como não poderia ser diferente envolve muito sexo drogas e obvio, rock 'n roll. No elenco pelo menos uma estrela de Hollywood, Dakota Fanning (aquela garotinha de "Guerra dos mundos", "Eu e Sam", "Amigo oculto" entre outros) que hoje está com 16 anos.
Vamos aguardar, enquanto isso vejam o trailer e o original.
Isso mesmo, 1903. Essa é a primeira versão cinematográfica da obra "Alice no país das maravilhas", dirigido por Cecil Hepworth e Percy Stow, apenas 8 anos após o nascimento do cinema. O fime foi restaurado pelo British Filme Institute.
Não conheço direito a banda e a música é uma baladinha melosa demais pro meu gosto. Mas isso não tem importância nenhuma, perto da quantidade de meninas lindas que aparecem durante o vídeo...
Há algum tempo tenho visto alguns artistas utilizando sombras de objetos para compor suas criações. Hoje trago dois exemplos pra vocês.
O primeiro, Ellis Gallagher, utiliza as sombras de objetos das ruas (postes, lixeiras, portões) como base para seus contornos feitos em giz e pedra, criando assim um efeito de stencil.
O segundo é Kumy Tamashita. Neste caso o artista utiliza diversos tipos de materiais e formas diferentes para compor peças que criem sombras em formas de pessoas.
Essa é uma excelente animação, realizada pela Almashortfilm, escrita e dirigida por Rodrigo Blaas. A história é bem sinistra, e por isso mesmo muito interessante.
Esse som é do hungaro Gabro Szabo (1936-1982), que inspirado pelo jazz tocado no programa "Voz da América", resolveu ir para os EUA em 1956 e acabou estudando na Berklee School of Music em Boston. Ficou famoso por misturar jazz e música nativa húngara. Seu disco "Spellbinder" (1966) foi bem recebido pela crítica especializada, e uma de suas músicas, "Gipsy Queen", veio a ser gravada por Santana em 1970. No decorrer da carreira, Szabo flertou com muitos estilos, como o bop, o rock, o funk e até a disco music.
Há vários motivos pra juntar só gente boa e de qualidade, como Lourenço Mutarelli, Xico Sá, Mario Bortolotto, Marcelino Freire, entre outros, em torno de um evento com música e poesia. Existindo um bom motivo então, fica ainda melhor. Recentemente Roberto Piva fez uma angioplatia e está sob tratamento. O evento vai arrecadar fundos para as despesas médicas do poeta.
Essa é a abertura da primeira temporada do seriado "Wonder Woman", que tinha no papel de mulher maravilha a atriz Linda Carter, em 1976. Enquanto rola uma animação no estilo "comics", toca o funkezinho composto por Norman Gimbel e Charlie Fox, especialistas em temas para tv da época.
O documentário "When you´re Strange" sobre Jim Morrison e sua banda, The Doors, chega ao cinemas no exterior em 9 de abril. Dirigido por Tom DiCillio, conta com a narração de Johnny Depp, e traz depoimentos de Morrison e os outros integrantes, além de trechos de shows marcantes e imagens de arquivo. Ainda sem data para lançamento no Brasil.